quinta-feira, 6 de abril de 2017

Les filles surdouées. Jeanne Faucchin.

Ah là là... Être une fille surdouée tu sais c'est pas si facile !!!! Pourquoi ? Parce que les filles ont des capacités d'adaptation beaucoup plus élevées que les garçons et qu'elles s'ajustent plus facilement à ce que l'on attend d'elles ... Un garçon en difficulté c'est toujours beaucoup plus bruyant et on est alerté plus vite. Tous. Les parents, les enseignants, les psys ... Et pourtant ... Se méfier de l'eau qui dort au risque de troubles plus complexes à l'adolescence ou plus tard. Une souffrance muette aussi parfois. Comme un devoir. Nous les mères en sommes un bel exemple : nous acceptons, nous nous conformons, nous étouffons nos besoins profonds... Nos besoins de filles, nos besoins de femme ... Vous voyez de quoi je parle ? Alors cette conférence est importante. Comprendre ces mécanismes c'est s'ouvrir la porte vers la liberté. La nôtre, la leur ... celle de nos fils ... celle de nos filles !!!!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Surdoués...

surdoués.hypersensibles-ultra-#émotifs, hyper-#susceptibles, toujours à fleur de peau

domingo, 25 de dezembro de 2016

diferença de comportamento

'Na vida, observa-se facilmente a diferença de comportamento segundo o tipo de situação.
Sendo o contexto carregado de informações, em particular emocionais, o sobredotado não chega a canalizar a sua atenção. Ele se coloca em modo <vigia> e não permite entrar em seu cérebro a não ser o mínimo de informações vitais... Nestes momentos, tem-se a impressão que ele não escuta, que ele não está lá. Por vezes prejudicial para ele e muito provocante para o meio. Ele está em modo econômico! Então, para se fazer entender, será preciso repetir um grande número de vezes!
O sobredotado funciona em tudo ou em nada. Mas, para ele, o tudo, é frequentemente demais.
Não é verdadeiramente escutar, não é verdadeiramente refletir com uma economia de energia cerebral. Um sobredotado pode verdadeiramente dar a impressão de ser idiota a tal ponto, ele pode às vezes reagir, tomar decisões, de maneira irrefletida. O mais frequente: em modo vigia, ele responde, toma uma decisão superficial ou pior, de lado. Donde vêm numerosos erros e conflitos inextricáveis. muito difícil efetivamente compreender e aceitar que este ser inteligente e sensível teria podido agir, intervir, de forma tão inadaptada. Não se pode chegar a o crer. Frequentemente o sobredotado procurará vos persuadir que ele não o fez de propósito, que ele não pensou nas consequências, que ele não havia bem compreendido e, tão surpreendente e desconcertante que isto possa parecer, é verdade! O que o pode conduzir a impasses de comunicação: o outro não pode entender uma inverossimilhança igual e insiste. Então o sobredotado, no fim de argumentos justificáveis, deixa o <combate>. Ele se fecha, não diz mais nada, foge. Ele não sabe mais o que é preciso dizer e prefere se subtrair à confrontação por impotência de afrontar. Ele não tem argumentos válidos, ele o sabe, mas o outro não pode admitir.
As crises, os conflitos, as reclamações sem fim, as punições, as reprimendas, segundo a disposição de cada um dos protagonistas, serão as consequências desse <desfuncionamento> ativado bem involuntariamente pelo sobredotado, ele mesmo infeliz de tanta incompreensão recíproca. 
Vê-se como esse funcionamento pode ser compreendido como de insolência, de impertinência ou de provocação.
***
No sobredotado, todas a informações são captadas nas redes de neurônios que circulam e se repartem em várias partes do cérebro. As conexões não são localizadas numa zona cerebral distinta (o que se observa atualmente com as localizações funcionais). De mais, o tratamento é simultâneo, o que significa que tudo é tratado ao mesmo tempo e no mesmo nível de importância. O número de neurônios tocados é reduzido de velocidade. Eles têm efetivamente... a cabeça cheia!
Este 'trio automático' não se aciona no cérebro do sobredotado que se reencontra em face de uma multidão de informações que se deve tratar 'manualmente'. Fala-se em déficit de inibição latente. O que supõe um esforço singular para se 'colocar' dentro de sua cabeça e determinar quais são os dados a privilegiar. Compreende-se bem a dificuldade que encontra o sobredotado quando ele deve organizar e estruturar seu pensamento. E quanto resta a capturar com todas as emoções e sensações associadas.
O estilo <independente do campo> permite descontextualizar facilmente e de ser mais eficaz na ativação das capacidades intelectuais. O espaço é desobstruído para desencadear o recurso necessário à resolução de um problema dado. Ele é associado às personalidades independentes, pouco influenciáveis e que chegam a colocar de lado o afetivo quando é necessário. Elas sabem fazer <parte das coisas>.
Nada disso tudo para os <dependentes do campo>, que são rapidamente afogados em tudo o que os cercam e que não chegam a extrair o essencial (ou o que parece sê-lo). Os sobredotados, é claro, são estes aqui!
Particularmente perdidos na abundância da sua percepção das coisas, o sobredotado não opera a diferenciação necessária a um tratamento rápido e eficaz dos dados. Mais ainda, sua dependência do contexto é amplificada pela dimensão afetiva. 
Um sobredotado é sempre dependente do contexto afetivo, ele não sabe, ele não pode funcionar sem levar em conta a dimensão e a carga emocional presentes.'
O desafio: selecionar a informação pertinente.
Nessa ativação cerebral permanente e acelerada, como chegar a reparar a informação principal? Como distinguir o dado pertinente para resolver o problema ali, naquele momento? Tudo vai muito rápido e tudo aparece no cérebro ao mesmo tempo. Quando se tenta agarrar uma ideia, ela está já muito longe e outras centenas surgiram. Como, enfim, liberar-se da carga emocional que se ativa no mesmo ritmo que os neurônios e que provoca o pensamento em zonas ainda mais longínguas?' (Siaud-Facchin)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Política para sobredotados. Brasil. 2015.


Já era hora...
... porém receio, a serem enquadrados em um sistema, e através de quem, no Brasil? Em princípio, significa um passo, um foco em direção aos sobredotados. Benzadeus.
<... substitutivo a projeto de lei (PLS 254/2011) de Marcelo Crivella (PRB-RJ) ...>
< Durante a discussão na comissão, Paim disse acreditar que o atual modelo educacional brasileiro ainda não consegue explorar com efetividade o potencial desse tipo de aluno. Os estudantes estariam em uma condição de “invisibilidade”, o que traz prejuízos para eles e para o país. >